destinos quebrados em uma noite vaga
eu vago...
e nesta floresta de arvores mortas,
cercadas pelo pesar da verdade,
eu me rendo! com nada além de arrependimento nas mãos.
perdi o meu mundo.
vítima da obscuridade, guiado por uma estrada errada
sem pena, sem dó, sem perdão...
o sofrimento que a cabia a nós se acabou...
não sinto mais nada, nem mesmo a dor da solidão.
A vida me ordena que lute
mas acredito ser tarde demais.
No instante da morte nao existe "voltar atrás"...
em sua frente me despenco,
mergulho num poço de realidade
de onde aprisionado lhe direi adeus.
-por, alain lioncourtt.
domingo, 2 de maio de 2010
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